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Bobina Picotada

Bobina Picotada: Por que Esse Tipo de Embalagem é Essencial no Setor Alimentício

Quando pensamos em supermercados, padarias ou açougues, é comum que a atenção se volte aos alimentos frescos, aos balcões refrigerados ou à variedade de produtos. Pouca gente nota um elemento que está em todos esses espaços, discretamente pendurado ou acoplado a suportes metálicos, mas que desempenha uma função absolutamente estratégica: a bobina picotada.

Presente em quase todo estabelecimento do setor alimentício, esse tipo de embalagem plástica é usado de forma prática, constante e padronizada. E apesar de parecer simples, envolve processos industriais complexos, decisões técnicas e exigências sanitárias rigorosas. Seu papel é fundamental na logística, segurança e eficiência do atendimento, do manuseio no ponto de venda à proteção do alimento na casa do consumidor.

Neste artigo, vamos explorar o que torna a bobina picotada tão essencial para o setor alimentício, como ela é produzida, quais são suas vantagens e por que fábricas de embalagem com experiência, como a Dinplal, com mais de 53 anos de atuação, são fundamentais para garantir qualidade, segurança e confiabilidade nesse item aparentemente simples.

O que é a bobina picotada?

A bobina picotada é um rolo contínuo de filme plástico no qual são formados sacos unidos entre si por picotes, permitindo que cada unidade seja facilmente destacada com um leve puxão. Geralmente é pendurada em suportes metálicos, posicionada em locais estratégicos de estabelecimentos do setor alimentício.

Características principais:

  • Filme leve, flexível e resistente

  • Picotes precisos que facilitam o destaque

  • Diversos tamanhos e espessuras

  • Produção em polietileno (PE), podendo ser virgem ou reciclado

  • Compatível com ambientes refrigerados ou de alto giro


Esse formato de embalagem é extremamente prático, econômico e higiênico e justamente por isso é adotado amplamente por padarias, feiras, supermercados, açougues, hortifrutis, empórios e cozinhas industriais.

A importância da bobina picotada no setor alimentício

O setor alimentício exige agilidade no atendimento e alto padrão de higiene. Desde a manipulação até o empacotamento, cada etapa precisa garantir que o alimento esteja protegido de contaminações externas, conservado corretamente e transportado com segurança.

Nesse contexto, a bobina picotada se destaca por atender múltiplas exigências simultaneamente:

1. Higiene no manuseio

Por ser retirada diretamente da bobina com as mãos limpas ou com luvas, evita o contato com superfícies externas. Cada cliente ou funcionário pode pegar sua embalagem no momento do uso, minimizando riscos sanitários.

2. Agilidade operacional

Em locais com alto fluxo, como feiras e supermercados, o picote facilita o destaque rápido do saco, acelerando filas e otimizando o tempo de atendimento.

3. Padronização do serviço

A padronização no tamanho das embalagens melhora a organização dos setores e reduz variações na quantidade de plástico usado por cliente, auxiliando no controle de insumos.

4. Redução de desperdício

Com o destaque unitário, evita-se o uso excessivo de embalagens, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos materiais.

5. Versatilidade de uso

Pode embalar frutas, pães, legumes, frios, doces, grãos e até pequenos utensílios de balcão, sempre de forma prática e segura.

Como é feita a produção da bobina picotada?

A produção de bobinas picotadas exige equipamentos industriais de alta precisão, pois o picote deve ser firme o suficiente para manter os sacos unidos, mas frágil o bastante para permitir o fácil destaque.

Na Dinplal, fábrica reconhecida por sua excelência e com certificação ISO 9001, o processo segue etapas bem definidas:

1. Extrusão do filme plástico

O processo começa com a extrusão do polietileno (PE), matéria-prima que pode ser virgem (para uso alimentar) ou reciclada (para outros setores). O plástico granulado é derretido e transformado em uma película fina e uniforme.

2. Rebobinamento

O filme é enrolado em bobinas-mãe e passa para a fase de conversão, onde será transformado em bobinas picotadas com sacos interligados.

3. Corte e picote

Máquinas de corte de alta precisão realizam os picotes a intervalos definidos, formando sacos de tamanhos padronizados. Essa etapa exige controle técnico rigoroso para que o picote seja funcional, sem comprometer a resistência da embalagem.

4. Solda de fundo (quando necessária)

Em alguns modelos, os sacos formados recebem uma solda no fundo para maior resistência, especialmente quando utilizados para líquidos ou produtos úmidos.

5. Controle de qualidade

As bobinas passam por inspeções visuais, testes de resistência ao rasgo e verificação da espessura do material, garantindo conformidade com os padrões exigidos por normas sanitárias e pelo próprio cliente.

Matéria-prima: virgem ou reciclada?

No setor alimentício, onde há contato direto com alimentos, a matéria-prima virgem é a escolha obrigatória. Ela garante:

  • Alta pureza e ausência de contaminantes

  • Transparência e acabamento adequado

  • Conformidade com normas da ANVISA

  • Segurança para o consumidor final


A Dinplal, que atua tanto com matéria-prima virgem quanto reciclada, direciona o uso do material virgem para a produção de bobinas picotadas para uso alimentar, garantindo segurança e confiabilidade.

Já o plástico reciclado é utilizado em aplicações onde não há contato direto com alimentos, como bobinas para embalagem secundária ou para setores como limpeza urbana.

Personalização por aplicação: cada alimento, uma necessidade

A versatilidade da bobina picotada permite adaptar tamanho, espessura e resistência conforme o tipo de produto embalado. Alguns exemplos práticos:

  • Padarias: bobinas de menor espessura para embalar pães e doces leves.

  • Açougues: bobinas mais resistentes, que suportam umidade e pequenos ossos.

  • Hortifrutis: sacos com boa transparência para identificação visual de frutas e legumes.

  • Feiras livres: bobinas maiores, com destaque fácil e espessura balanceada.


A fábrica de embalagem precisa, portanto, ajustar suas linhas de produção de acordo com o perfil de cada cliente, algo que só empresas com experiência e estrutura conseguem fazer de forma eficaz.

Logística e distribuição: como garantir que a bobina chegue até o ponto de venda

Produzir é apenas uma parte do processo. A logística de entrega é tão crítica quanto a fabricação, especialmente em itens de uso diário e alto giro, como as bobinas picotadas.

A Dinplal, além de sua estrutura fabril robusta, conta com:

  • Frota própria para entregas na Grande São Paulo

  • Parcerias logísticas para distribuição em todo o Brasil

  • Planejamento de demanda e estoque programado

  • Rastreamento de pedidos e entregas com agilidade


Esses diferenciais garantem que o cliente tenha o produto no tempo certo, com qualidade mantida e sem interrupção no abastecimento.

Vantagens para o comércio e para o consumidor

A adoção da bobina picotada no setor alimentício oferece benefícios concretos tanto para o comerciante quanto para o consumidor final.

Para o comerciante:

  • Economia de tempo no atendimento

  • Redução no consumo de embalagens

  • Padronização do serviço

  • Boa apresentação do produto

  • Baixo custo de reposição


Para o consumidor:

  • Facilidade de uso

  • Maior higiene

  • Segurança no transporte de alimentos

  • Redução do desperdício

  • Impressão de confiabilidade no atendimento


É uma embalagem simples, mas que agrega valor ao processo de compra e consumo.

Sustentabilidade: o papel da bobina na gestão ambiental

Apesar de ser feita em polietileno, um material de origem fóssil, a bobina picotada pode se inserir em um contexto de produção sustentável quando proveniente de fábricas com compromisso ambiental.

A Dinplal se destaca por:

  • Utilizar energia renovável em sua produção

  • Ser pioneira na reciclagem de plástico no Brasil

  • Reaproveitar aparas industriais no próprio processo

  • Selecionar matéria-prima de fontes certificadas

  • Investir em redução de desperdício nas linhas de produção


Com isso, a bobina picotada deixa de ser um símbolo de descarte e passa a representar uma cadeia produtiva mais consciente e circular.

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