Hoje considerados um dos grandes inimigos do planeta, os sacos plásticos outrora foram criados para salvar o planeta. No entanto, como muitas boas invenções, o ser humano acabou invertendo seu real significado e começou a usá-lo de forma descontrolada. O resultado é que hoje o plástico está se acumulando em aterros, poluindo rios, mares e oceanos e chegando até nosso corpo também. Mas, nem sempre foi assim.
Introduzidos no mercado na década de 1970, os sacos plásticos rapidamente ganharam popularidade e se inseriram em nosso cotidiano. Segundo estimativas, atualmente há uma circulação no mundo entre 500 e 1000 bilhões de sacos plásticos. Eles servem para o transporte de alimentos, mercadorias e diversos tipos de objetos e produtos.
Vamos ver cronologicamente como os sacos plásticos foram evoluindo:
O polietileno, plástico mais utilizado, é criado acidentalmente em uma indústria química em Northwich, Inglaterra, em 1993. Por mais que tenha sido originado anteriormente em proporções menores, essa foi a primeira vez que o material foi sintetizado de forma que fosse prático para a indústria. Visto o potencial dessa descoberta, o polietileno foi primeiramente usado em segredo pelo Exército Britânico durante a Segunda Guerra Mundial.
Com isso em 1965, a companhia sueca Calloplast patenteia o design das sacolas de compras feitas unicamente de polietileno. Projetado pelo engenheiro Sten Gustaf Thulin, o modelo rapidamente toma o lugar das sacolas de tecido e plástico pela Europa.
Em 1979, predominando 80% do mercado de sacos na Europa, as sacolas plásticas são disseminadas para os Estados Unidos e outros países. As empresas de plástico passam a vendê-las como um produto de uso único superior às sacolas de papel e às reutilizáveis.
Já em 1982, Safeway e Kroger, duas das maiores redes de supermercado dos Estados Unidos, adotam o uso das sacolas plásticas. Apesar de ainda não tão aceitas pelos consumidores, essas sacolas de uso único são mais baratas que as demais opções, e outras lojas passam a seguir o exemplo de Safeway e Kroger. Ao final da década, as sacolas de papel já foram completamente substituídas.
Alguns anos depois, mais especificamente em 1997, o marinheiro e pesquisador Charles Moore descobre a Grande Ilha de Lixo do Pacífico, o maior dos giros oceânicos no mundo, onde há uma quantidade gigantesca de plástico acumulado. Sendo uma grande ameaça à vida marinha, esse conjunto de lixo marinho e poluição plástica demonstra os efeitos duradouros e nocivos dos plásticos de uso único.
Já no início do século XXI, em 2002, Bangladesh foi o primeiro país a proibir as sacolas plásticas finas, após descobrir que elas eram uma grande contribuição para o entupimento das tubulações de esgoto durante inundações. Outros países começam a seguir o mesmo exemplo.
Em 2011, mundialmente, um milhão de sacolas plásticas foram consumidas a cada minuto.
Atualmente, a luta pela preservação do meio ambiente está cada vez mais presente em nossas vida, inclusive foram desenvolvidos materiais plásticos biodegradáveis que prometem, a um custo um pouco maior, resolver o problema ambiental causado pelos sacos comuns. Consta que um saco plástico comum pode demorar cerca de 100 anos (dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros fatores) para se decompor enquanto o novo material levaria cerca de 60 dias.
Em São Paulo, empresas produzem o produto com plástico biodegradável a partir de polímeros do álcool. O setor de biotecnologia do IPT desenvolveu um plástico derivado, por ação de uma bactéria, do açúcar de cana.
Fornecendo produtos para indústrias e empresas que procuram por sacos plásticos de alta qualidade, a Dinplal torna-se cada vez mais a principal companhia atuante no segmento, por isso, aqui você sempre encontra o que é preciso quando o assunto é itens plásticos para embalar.